Edição T2 2026
Índice de Rendas Aluseg, edição T2 2026
Dados do INE do 2.º trimestre de 2026, divulgados a 29 de setembro de 2026. Rendas de novos contratos, não preços de anúncios.
Um T2 ao preço mediano dos novos contratos custa hoje cerca de 864 € por mês, mais do que um salário mínimo líquido (818,80 €). A renda mediana nacional chegou aos 10,17 €/m² no 2.º trimestre de 2026, mais 10,2% num ano, segundo o INE: quase quatro vezes o coeficiente de atualização de 2027 (2,56%) que se aplica aos contratos em vigor.
A subida já não é só das grandes cidades. Nos concelhos do interior, a renda de um T2 subiu 9,7% (valor mediano), mais do que no litoral (8,4%). Lisboa continua a ser o concelho mais caro, mas foi o que menos subiu entre os grandes municípios (+2,1% num T2), e a distância para o Porto encurtou. E há um concelho pequeno do litoral alentejano onde arrendar já custa mais do que no Porto: Sines.
Quer saber onde fica o seu imóvel neste mapa? Estime a renda do seu imóvel, por tipologia e área, com os mesmos dados do INE.
Edição T2 2026
Os quatro números desta edição
- Renda de um T2 ao preço mediano nacional (10,17 €/m² × 85 m²), 105% de um salário mínimo líquido
- 864 €
- Subida num ano da renda mediana dos novos contratos (INE), 4 vezes o coeficiente legal de 2027
- +10,2%
- Subida de um T2 no concelho mediano do interior, contra +8,4% no litoral (12 meses)
- +9,7%
- Renda de um T2 em Sines (12 meses, +29,1%): mais cara do que no Porto (1.109 €)
- 1367 €
Os 10 grandes concelhos mais caros
Renda mediana estimada de um T2 no 2.º trimestre de 2026, nos municípios com mais de 100 mil habitantes (série trimestral do INE), e variação face ao 2.º trimestre de 2025.
- Lisboa1.473 € · +2,1%
- Cascais1.417 € · +7,3%
- Oeiras1.331 € · +6,7%
- Funchal1.246 € · +18,0%
- Almada1.166 € · +5,7%
- Odivelas1.125 € · +3,7%
- Amadora1.123 € · +7,9%
- Porto1.109 € · +4,3%
- Loures1.100 € · +14,2%
- Matosinhos1.048 € · +6,8%
Fonte: Índice de Rendas Aluseg, a partir de dados do INE. Estimativas de confiança alta. Barcelos e Guimarães não têm amostra suficiente num T2 e não são publicados.
Fora das grandes cidades, onde arrendar custa mais
Renda mediana estimada de um T2 nos 12 meses até ao 2.º trimestre de 2026, nos restantes concelhos com pelo menos 100 novos contratos. O litoral alentejano e o Algarve dominam.
| # | Concelho | Distrito | Renda T2 (12 meses) | €/m² | Variação homóloga |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Sines | Setúbal | 1.367 € | 16,08 | +29,1% |
| 2 | Lagos | Faro | 1.050 € | 12,35 | +6,0% |
| 3 | Loulé | Faro | 1.014 € | 11,92 | +5,7% |
| 4 | Grândola | Setúbal | 1.010 € | 11,88 | +10,4% |
| 5 | Albufeira | Faro | 1.005 € | 11,82 | +11,7% |
| 6 | Barreiro | Setúbal | 977 € | 11,49 | +10,1% |
| 7 | Santa Cruz | Madeira | 970 € | 11,41 | +14,7% |
| 8 | Portimão | Faro | 962 € | 11,32 | +5,4% |
| 9 | Tavira | Faro | 942 € | 11,08 | +7,8% |
| 10 | Santiago do Cacém | Setúbal | 897 € | 10,55 | +10,9% |
As duas séries do INE não se misturam num só ranking: os 24 grandes municípios são publicados por trimestre, os restantes concelhos em 12 meses.
Maiores subidas e descidas em 12 meses
Concelhos com pelo menos 100 novos contratos (confiança alta), renda de um T2 nos 12 meses até ao 2.º trimestre de 2026 face aos 12 meses anteriores.
| # | Maiores subidas | Distrito | Renda T2 | Variação |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Sines | Setúbal | 1.367 € | +29,1% |
| 2 | Coruche | Santarém | 608 € | +23,6% |
| 3 | Soure | Coimbra | 517 € | +21,4% |
| 4 | Câmara de Lobos | Madeira | 673 € | +20,6% |
| 5 | Nelas | Viseu | 442 € | +17,9% |
| # | Maiores descidas | Distrito | Renda T2 | Variação |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Sobral de Monte Agraço | Lisboa | 628 € | −4,8% |
| 2 | São Brás de Alportel | Faro | 570 € | −4,7% |
| 3 | Oliveira de Frades | Viseu | 429 € | −2,5% |
| 4 | Arganil | Coimbra | 397 € | −2,2% |
| 5 | Alcácer do Sal | Setúbal | 708 € | −1,7% |
Em 155 dos 176 concelhos com dados fiáveis (88%), a renda de um T2 subiu mais do que 2,56%. Só 13 registaram descida. Os 10 primeiros de cada lista estão no ficheiro CSV e no relatório trimestral.
Lisboa e Porto, interior e litoral
Lisboa contra Porto: a distância encurta
| Renda T2 (2.º trim. 2026) | €/m² | Variação num ano | |
|---|---|---|---|
| Lisboa | 1.473 € | 17,33 | +2,1% |
| Porto | 1.109 € | 13,05 | +4,3% |
Um T2 em Lisboa custa mais 364 € por mês do que no Porto (+33%). Um ano antes, a diferença era de 36%. Lisboa foi, dos 22 grandes municípios com dados fiáveis, o que menos subiu.
O interior sobe mais depressa do que o litoral
| Região | Concelhos | Renda T2 mediana | Variação mediana | Acima de 2,56% |
|---|---|---|---|---|
| Litoral (9 distritos costeiros) | 97 | 562 € | +8,4% | 89 (92%) |
| Interior (9 distritos sem costa) | 67 | 444 € | +9,7% | 56 (84%) |
| Açores e Madeira | 12 | 559 € | +14,8% | 10 (83%) |
As rendas do interior continuam mais baixas, mas sobem a um ritmo maior. Série de 12 meses até ao 2.º trimestre de 2026, concelhos com confiança alta ou média, fora dos 24 grandes municípios (todos do litoral ou das ilhas, publicados por trimestre).
O dado inesperado: Sines é mais cara do que o Porto
Em 2025, um T2 em Sines arrendou-se por 1.175 € por mês nos novos contratos, contra 1.085 € no Porto (dados anuais do INE, confiança alta nos dois concelhos). Nos 12 meses até ao 2.º trimestre de 2026, a renda de um T2 em Sines chegou aos 1.367 € (16,08 €/m²), a maior subida do país (+29,1%), acima de todos os grandes municípios exceto Lisboa e Cascais.
Os valores mais recentes vêm de duas séries diferentes do INE (12 meses em Sines, trimestre no Porto), por isso a comparação de referência é a do ano de 2025, no mesmo período.
Para jornalistas
Dados, citação e contacto: edição T2 2026
Descarregar os dados. CSV com todos os concelhos (245 linhas, UTF-8, separador vírgula, ponto decimal): renda estimada de um T2, €/m², valor um ano antes, variação homóloga, região (litoral, interior, ilhas), confiança da estimativa e renda em % do salário mínimo líquido. Cada linha traz a fonte e a licença. Os mesmos números, com as listas desta página, em JSON. Os valores de confiança baixa ficam em branco: não os publicamos.
Como citar. «Fonte: Índice de Rendas Aluseg (edição T2 2026), a partir de dados do INE», com ligação para aluseg.com/indice-de-rendas/. Os valores nacionais (10,17 €/m², +10,2%) são do INE e citam-se como «Fonte: INE».
Licença CC BY 4.0. Dados, tabelas e gráficos podem ser reproduzidos e adaptados sem pedido prévio, com a citação acima e uma ligação para esta página.
No seu site. O simulador de renda de mercado, que usa os mesmos dados do INE, pode ser integrado gratuitamente numa página: veja os widgets gratuitos.
Contacto de imprensa. hello@aluseg.com, recortes por distrito, concelho ou tipologia a pedido. Mais materiais na sala de imprensa e no relatório trimestral.
Próxima edição. O INE divulga os dados do 3.º trimestre de 2026 a 8 de janeiro de 2027 (calendário do INE).
Último relatório trimestral: edição T4 2026
Dados do INE até ao 2.º trimestre de 2026: o país, as regiões, os 24 maiores concelhos e todos os concelhos nos últimos 12 meses, com os dados em CSV.
As rendas de habitação em Portugal subiram, em média, 7,4% de 2024 para 2025 — mais do triplo do coeficiente de atualização legal de 2,24% que os senhorios podem aplicar aos contratos em vigor em 2026. O Índice de Rendas Aluseg reúne rendas medianas por concelho, distrito e tipologia, a partir de 42 037 registos (fonte primária: INE), incluindo já os dados do 1.º trimestre de 2026. Esta página é atualizada a cada novo trimestre.
- Subida da renda mediana nacional (T2) em 2025 — vs. 2,24% de coeficiente legal para 2026
- +7,4%
- 180 de 206 concelhos subiram acima do limite legal de 2,24%
- 87%
- Maior subida concelhia: Vouzela (Viseu), de 362€ para 551€ num T2
- +52%
Índice de Rendas por cidade
Uma página por cidade com a edição T2 2026: renda de um T2, variação num ano, posição no ranking, evolução desde 2020, tipologia, limite legal de atualização e vista do distrito (dados INE).

Índice de Rendas de Lisboa
1.473 € · +2,1% num ano · 1.º dos 22 grandes municípios
Ver o Índice de Lisboa
Índice de Rendas do Porto
1.109 € · +4,3% num ano · 8.º dos 22 grandes municípios
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Índice de Rendas de Braga
766 € · +9,9% num ano · 19.º dos 22 grandes municípios
Ver o Índice de Braga
Índice de Rendas de Coimbra
811 € · +5,7% num ano · 17.º dos 22 grandes municípios
Ver o Índice de Coimbra
Índice de Rendas de Faro
846 € · +7,8% num ano · 17.º de 120 outros concelhos
Ver o Índice de FaroTodos os concelhos
Renda de um T2 concelho a concelho, por distrito (INE)
Ver as rendas por concelho
A renda mediana nacional, por tipologia
Em todas as tipologias, a subida homóloga situou-se entre 7,3% e 7,5% — muito acima do limite legal aplicável às atualizações anuais.
| Tipologia | 2024 | 2025 | Variação |
|---|---|---|---|
| T0 | 408€ | 439€ | +7,5% |
| T1 | 623€ | 670€ | +7,5% |
| T2 | 683€ | 734€ | +7,4% |
| T3 | 824€ | 885€ | +7,3% |
| T4+ | 846€ | 909€ | +7,4% |
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Atualização 2026: o que mostra o 1.º trimestre
Os dados mais recentes do INE (1.º trimestre de 2026, 24 concelhos urbanos) confirmam que as rendas continuam cerca de 7,7% acima do mesmo período do ano anterior. Mas, pela primeira vez, surge um sinal de arrefecimento: a renda mediana urbana recuou ligeiramente face ao pico do 4.º trimestre de 2025, e em 15 dos 24 concelhos a renda desceu no trimestre. A exceção é Lisboa, que continua a subir e ultrapassou os 1.600€ num T2.
- Subida homóloga média das rendas urbanas no 1.º trimestre de 2026
- +7,7%
- concelhos urbanos onde a renda recuou face ao trimestre anterior — primeiro sinal de arrefecimento
- 15 de 24
- Lisboa continua a subir (+5,2% no trimestre) — a exceção que contraria a periferia
- 1617€
- 2025 T1931€
- 2025 T2979€
- 2025 T3996€
- 2025 T41012€
- 2026 T11002€
Variação homóloga (face a 2025-T1) e trimestral (face a 2025-T4) da renda mediana de um T2, por concelho:
| # | Concelho | Renda T2 (2026-T1) | Homóloga | Trimestral |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Lisboa | 1617€ | +8,9% | +5,2% |
| 2 | Cascais | 1424€ | +3,9% | -5,1% |
| 3 | Oeiras | 1370€ | +7,6% | +1,3% |
| 4 | Almada | 1278€ | +18,3% | +2,1% |
| 5 | Funchal | 1247€ | +9,8% | +2,7% |
| 6 | Porto | 1186€ | +6,6% | +0,3% |
| 7 | Odivelas | 1163€ | +5,3% | -5,3% |
| 8 | Amadora | 1136€ | +4,3% | -2,0% |
| 9 | Matosinhos | 1056€ | +12,3% | +4,1% |
| 10 | Loures | 1052€ | +9,2% | -7,0% |
| 11 | Seixal | 1043€ | +3,9% | -1,9% |
| 12 | Vila Franca de Xira | 1035€ | +11,2% | -1,3% |
| 13 | Sintra | 1016€ | +5,3% | -3,9% |
| 14 | Setúbal | 1007€ | +4,2% | -2,3% |
| 15 | Vila Nova de Gaia | 902€ | +6,8% | -4,8% |
| 16 | Maia | 887€ | +12,5% | +1,9% |
| 17 | Coimbra | 854€ | +6,9% | +0,4% |
| 18 | Gondomar | 801€ | +13,0% | -3,0% |
| 19 | Leiria | 768€ | +7,1% | +7,5% |
| 20 | Braga | 762€ | +4,2% | -2,2% |
| 21 | Santa Maria da Feira | 639€ | +8,1% | -0,4% |
| 22 | Vila Nova de Famalicão | 618€ | +7,2% | -2,9% |
| 23 | Barcelos | 608€ | -1,9% | -5,9% |
| 24 | Guimarães | 587€ | +9,3% | -1,9% |
Nota: a série trimestral cobre 24 concelhos urbanos (capitais de distrito e áreas metropolitanas de Lisboa e Porto), amostra distinta da série anual nacional de 206 concelhos apresentada abaixo.
Subida das rendas por distrito (T2, 2024 → 2025)
Ordenado pela variação homóloga da renda mediana de um T2. A linha assinala o coeficiente legal de 2026 (2,24%): apenas Portalegre fica abaixo, e só a Madeira registou descida.
- Santarém+14,0%
- Açores+12,5%
- Braga+11,4%
- Coimbra+10,2%
- Guarda+10,2%
- Bragança+10,2%
- Leiria+9,5%
- Aveiro+9,4%
- Porto+8,7%
- Setúbal+8,4%
- Beja+8,0%
- Faro+7,9%
- Viana do Castelo+7,0%
- Viseu+7,0%
- Lisboa+6,5%
- Évora+5,8%
- Vila Real+5,7%
- Castelo Branco+3,1%
- Portalegre+0,5%
- Madeira-4,9%
Os 15 concelhos onde a renda mais subiu
Variação homóloga da renda mediana de um T2 (concelhos com renda de referência superior a 350€). Vouzela lidera com uma subida de 52%.
| # | Concelho | Distrito | Renda T2 2025 | Variação |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Vouzela | Viseu | 551€ | +52,3% |
| 2 | Amares | Braga | 546€ | +33,0% |
| 3 | Monchique | Faro | 665€ | +28,9% |
| 4 | Aljustrel | Beja | 697€ | +28,1% |
| 5 | Velas | Açores | 551€ | +26,3% |
| 6 | Porto de Mós | Leiria | 514€ | +25,1% |
| 7 | Santo Tirso | Porto | 500€ | +23,0% |
| 8 | Azambuja | Lisboa | 709€ | +22,0% |
| 9 | Felgueiras | Porto | 440€ | +21,6% |
| 10 | Vieira do Minho | Braga | 507€ | +21,0% |
| 11 | Soure | Coimbra | 501€ | +21,0% |
| 12 | Fafe | Braga | 436€ | +19,6% |
| 13 | Vila Verde | Braga | 535€ | +19,4% |
| 14 | Paredes de Coura | Viana do Castelo | 422€ | +19,1% |
| 15 | Oliveira de Frades | Viseu | 493€ | +17,9% |
Onde arrendar custa mais
Renda mediana de um T2 em 2025, por concelho. Lisboa, Cascais e Funchal lideram; note-se que os concelhos mais caros subiram menos do que a média — a pressão está a deslocar-se para o interior e para a periferia.
| # | Concelho | Renda T2 2025 | Variação |
|---|---|---|---|
| 1 | Lisboa | 1491€ | +3,0% |
| 2 | Cascais | 1358€ | +3,1% |
| 3 | Funchal | 1263€ | +3,4% |
| 4 | Oeiras | 1243€ | +7,6% |
| 5 | Sines | 1242€ | +13,1% |
| 6 | Almada | 1184€ | +7,4% |
| 7 | Porto | 1182€ | +6,0% |
| 8 | Amadora | 1112€ | +7,3% |
O que estes números significam para os senhorios
O contraste é claro: o coeficiente de atualização de 2026 (2,24%) permite subir muito pouco as rendas dos contratos em vigor, enquanto o mercado dos contratos novos subiu 7,4% num único ano. Esta diferença — o chamado "prémio de rotação" — é um dos fatores que está a moldar as decisões dos senhorios, e um dos temas centrais do novo regime do arrendamento aprovado em julho de 2026.
Para definir a renda certa (nem abaixo do mercado, nem acima do que o inquilino suporta), use dados reais: veja no Simulador de Mercado de Arrendamento o valor de referência do seu imóvel, e antes de assinar analise a solvência do inquilino. Para saber quanto pode subir a renda de um contrato já em vigor, use a calculadora de atualização de renda.
Guias de mercado por distrito
Para contexto e informação prática sobre cada mercado (guias, não dados do Índice), explore os guias de distrito:
Lisboa · Porto · Braga · Setúbal · Faro · Coimbra · Aveiro · Leiria · Évora · Viseu · Viana do Castelo · Santarém · Castelo Branco · Guarda · Beja · Portalegre · Bragança · Vila Real · Madeira
Da referência de mercado à gestão da renda
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Metodologia
Fonte e âmbito. O Índice de Rendas Aluseg agrega rendas medianas de habitação por concelho, distrito e tipologia (fonte primária: INE — Instituto Nacional de Estatística, rendas de habitação de 2024 e 2025 e série trimestral até ao 1.º trimestre de 2026), num total de 42 037 registos. Cada observação corresponde a um registo de renda de habitação; os valores reportam-se a contratos novos — não refletem os contratos em vigor, cuja atualização anual está limitada pelo coeficiente legal (2,24% em 2026, i.e. 1,0224).
Indicador. O indicador é a mediana (não a média): metade dos contratos fica abaixo do valor e metade acima — mais robusta do que a média em mercados com valores extremos. A tipologia de referência é o T2, a mais representativa do mercado de arrendamento. As variações são homólogas (mesmo trimestre do ano anterior), trimestrais (trimestre anterior) ou anuais (2025 vs. 2024), e o período está sempre identificado junto de cada valor.
Cobertura e amostras. A série anual cobre 206 concelhos; a série trimestral cobre 24 concelhos urbanos (capitais de distrito de maior dimensão e áreas metropolitanas de Lisboa e Porto). Nos rankings de subidas anuais consideram-se apenas concelhos com renda de referência superior a 350 €; quando não existe amostra suficiente para uma estimativa fiável, o valor é omitido em vez de publicado.
Edição T2 2026. Os números da secção desta edição vêm de duas séries do INE (Estatísticas de Rendas da Habitação ao nível local), nunca misturadas num ranking: os 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, no 2.º trimestre de 2026 face ao 2.º trimestre de 2025, e os restantes concelhos, nos 12 meses até ao 2.º trimestre de 2026 face aos 12 meses anteriores. A renda de um T2 é uma estimativa Aluseg: a mediana do €/m² do INE aplicada a 85 m². Os rankings só usam estimativas de confiança alta (pelo menos 100 contratos); as contagens e medianas usam a confiança alta e média; a confiança baixa não é publicada. O litoral são os 9 distritos com costa (Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Faro), o interior os 9 sem costa (Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Beja); é uma divisão por distrito, que inclui concelhos do interior nos distritos costeiros. O salário mínimo é o do Continente em 2026, 920 € (Decreto-Lei n.º 139/2025), ou 818,80 € líquidos dos 11% de Segurança Social; o limiar de 35% é a taxa de esforço habitualmente usada. Valores nacionais: INE, destaque de 29 de setembro de 2026, citados tal como publicados. Cálculo reprodutível: scripts/build-indice-press.mjs.
Atualização. A cada novo trimestre da série INE. Edição atual: T2 2026 (dados até ao 2.º trimestre de 2026, publicada em outubro de 2026). Próxima divulgação do INE: 8 de janeiro de 2027 (3.º trimestre de 2026).
Dados para jornalistas
Como citar: «Fonte: Índice de Rendas Aluseg (edição T2 2026), a partir de dados do INE», com ligação para aluseg.com/indice-de-rendas/. Licença CC BY 4.0. Dados em CSV e JSON; detalhes na secção para jornalistas da edição T2 2026.
Último relatório trimestral: edição T4 2026, com dados do INE até ao 2.º trimestre de 2026 e os dados em CSV.
Recortes e pedidos. Recortes por distrito, concelho ou tipologia disponíveis a pedido — hello@aluseg.com. Análises por cidade: Lisboa, Porto, Braga, Coimbra e Faro.
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