O incumprimento dos inquilinos em Portugal custa muito mais do que a renda em atraso. Somando custas judiciais, despesas legais, danos e custo de oportunidade, o valor real situa-se habitualmente entre os 5.400 € e os 10.800 €.
O problema
Os investidores modelam a rentabilidade bruta, mas raramente modelam o incumprimento. Este ponto cego sai caro: quando o incumprimento ocorre, a perda não é um único número — é uma acumulação de custos, agravando-se ao longo de meses.
- Somando custas, honorários, danos e custo de oportunidade, o valor real fica habitualmente entre 5.400 € e 10.800 €.
- As rendas perdidas durante o período de despejo raramente são recuperadas.
- Há ainda custas judiciais e do BNA, honorários legais e, muitas vezes, danos no imóvel.
- Em Lisboa ou no Porto, um imóvel maior pode empurrar a perda para lá dos 10.800 € — vale a pena modelar o seu valor exato.
A estrutura de custos total
- Rendas perdidas durante todo o período de despejo — raramente recuperadas.
- Custas judiciais e do BNA, além dos custos com o agente de execução.
- Honorários legais de um advogado ou solicitador (veja quanto custa uma consulta com um advogado de arrendamento na sua região).
- Danos no imóvel, comuns em saídas litigiosas.
- Custo de oportunidade — o imóvel não pode ser novamente arrendado enquanto estiver ocupado.
O seu valor específico
Em Lisboa (18+ €/m²) ou no Porto (15+ €/m²), um imóvel maior empurra a perda para lá do limite dos 10.800 €. Ver o seu valor exato muda a forma como avalia o risco.
Perguntas frequentes
O seguro cobre todos estes custos?
Muitas apólices de seguro de rendas cobrem as rendas perdidas e as despesas legais dentro de certos limites; os danos no imóvel são frequentemente tratados em separado. Leia sempre a apólice.




