Renda Mediana e Evolução (2026)
Renda mediana de um T2 no Porto: 1.186 € no 1.º trimestre de 2026, +6,6% em termos homólogos. Evolução, concelhos da AMP e comparação com Lisboa, Braga e Coimbra — Índice de Rendas Aluseg (dados INE).
Índice de Rendas Aluseg · Dados: INE, 1.º trimestre de 2026 · Atualizado em julho de 2026
No Porto, a renda mediana de um apartamento T2 é de 1.186 € no 1.º trimestre de 2026 — +6,6% em termos homólogos e praticamente estável (+0,3%) face ao trimestre anterior. É o 6.º concelho mais caro do país.
Renda mediana de um T2 · 1.º trimestre de 2026
Variação homóloga (vs. 2025-T1)
Variação trimestral (vs. 2025-T4)
Concelho mais caro entre os 24 urbanos da série INE
O indicador é a renda mediana de novos contratos (não a média) — ver metodologia. Nível geográfico: concelho.
| Indicador | Valor | Período |
|---|---|---|
| Renda mediana de um T2 (concelho do Porto) | 1.186 € | 1.º trimestre de 2026 |
| Variação homóloga | +6,6% | 2026-T1 vs. 2025-T1 |
| Variação trimestral | +0,3% | 2026-T1 vs. 2025-T4 |
| Renda mediana anual de um T2 | 1.182 € | Ano de 2025 |
| Variação anual | +6,0% | 2025 vs. 2024 |
| Posição entre os 24 concelhos urbanos | 6.º | 1.º trimestre de 2026 |
O Porto entrou em 2026 em estabilização: a variação trimestral foi de apenas +0,3%, depois de um ano de 2025 em que a mediana anual subiu +6,0% (para 1.182 €). Em termos homólogos, o mercado mantém-se +6,6% acima do 1.º trimestre de 2025.
O padrão dentro da Área Metropolitana do Porto é misto: Matosinhos (+4,1%) e Maia (+1,9%) continuaram a subir no trimestre, enquanto Vila Nova de Gaia (−4,8%) e Gondomar (−3,0%) recuaram. No conjunto do distrito, a subida anual de 2025 foi de +8,7% — acima da média nacional (+7,4%).
A série trimestral acima agrega os 24 concelhos urbanos — não apenas o Porto.
As medianas por tipologia estão disponíveis ao nível nacional (Portugal). Nesta edição do Índice não são publicadas medianas por tipologia ao nível de cada concelho.
| Tipologia | Mediana 2024 | Mediana 2025 | Variação |
|---|---|---|---|
| T0 | 408 € | 439 € | +7,5% |
| T1 | 623 € | 670 € | +7,5% |
| T2 | 683 € | 734 € | +7,4% |
| T3 | 824 € | 885 € | +7,3% |
| T4+ | 846 € | 909 € | +7,4% |
Como referência de posicionamento: o T2 em Lisboa custa mais do dobro da mediana nacional de um T2 (1.617 € no 1.º trimestre de 2026 vs. 734 € na mediana anual de 2025).
Valores por concelho (não por bairro) na Área Metropolitana do Porto, ordenados pela renda mediana de um T2 no 1.º trimestre de 2026:
| # (24 urbanos) | Concelho | Renda T2 (2026-T1) | Homóloga | Trimestral |
|---|---|---|---|---|
| 6 | Porto | 1.186 € | +6,6% | +0,3% |
| 9 | Matosinhos | 1.056 € | +12,3% | +4,1% |
| 15 | Vila Nova de Gaia | 902 € | +6,8% | -4,8% |
| 16 | Maia | 887 € | +12,5% | +1,9% |
| 18 | Gondomar | 801 € | +13,0% | -3,0% |
| 21 | Santa Maria da Feira | 639 € | +8,1% | -0,4% |
O Porto custa mais 130 €/mês do que Matosinhos e mais 284 € do que Vila Nova de Gaia — mas as maiores subidas homólogas da região estão precisamente na periferia: Gondomar (+13,0%), Maia (+12,5%) e Matosinhos (+12,3%).
Na série anual de 2025, dois concelhos do distrito do Porto ficaram entre os 15 maiores aumentos do país: Santo Tirso (+23,0%, para 500 €) e Felgueiras (+21,6%, para 440 €).
No 1.º trimestre de 2026, as subidas homólogas mais fortes da AMP são Gondomar (+13,0%), Maia (+12,5%) e Matosinhos (+12,3%) — todas acima do próprio Porto (+6,6%).
O Porto custa cerca de 27% menos do que Lisboa num T2 (1.186 € vs. 1.617 €) e cerca de 18% acima da mediana urbana nacional (1.002 €).
O Índice publica a renda mediana (mais robusta do que a média): no 1.º trimestre de 2026, a mediana de um T2 no concelho do Porto foi de 1.186 €.
+6,6% em termos homólogos (1.º trimestre de 2026 vs. 2025-T1). Na série anual, a mediana de 2025 (1.182 €) subiu +6,0% face a 2024.
Sim — a diferença é de 431 €/mês num T2 (1.186 € no Porto vs. 1.617 € em Lisboa, 1.º trimestre de 2026): Lisboa custa cerca de 36% mais.
Entre os concelhos da AMP presentes na série urbana INE, Santa Maria da Feira tem a renda mediana T2 mais baixa (639 €), seguida de Gondomar (801 €) e Maia (887 €).
A partir de 42 037 registos de rendas de habitação (fonte primária: INE), agregados em medianas por concelho, distrito e tipologia. Os valores referem-se a contratos novos. Ver a metodologia completa.
A cada novo trimestre da série INE. Esta edição (julho de 2026) inclui dados até ao 1.º trimestre de 2026.
O Índice de Rendas Aluseg agrega rendas medianas de habitação por concelho, distrito e tipologia, a partir de 42 037 registos. Fonte primária: INE — Instituto Nacional de Estatística (rendas de habitação, 2024 e 2025; série trimestral até ao 1.º trimestre de 2026). Os valores desta página referem-se à tipologia T2, a mais representativa do mercado de arrendamento, e reportam-se a contratos novos — não refletem as rendas dos contratos em vigor, cuja atualização anual está limitada ao coeficiente legal (2,24% em 2026).
O indicador é a mediana (o valor central: metade dos contratos fica abaixo, metade acima), mais robusta do que a média em mercados com valores extremos. A variação homóloga compara com o mesmo trimestre do ano anterior; a variação trimestral, com o trimestre imediatamente anterior. Os valores desta página referem-se ao concelho de Lisboa; os agregados regionais indicam sempre o nível geográfico (concelho ou distrito).
Frequência de atualização: a cada novo trimestre da série INE. Edição atual: dados até ao 1.º trimestre de 2026 (edição de julho de 2026). Metodologia completa e séries nacionais no Índice de Rendas Aluseg.
Os dados do Índice de Rendas Aluseg sobre as rendas em Lisboa são de utilização livre para fins editoriais, com citação e ligação.
Como citar: «Fonte: Índice de Rendas Aluseg (INE), 1.º trimestre de 2026.» — com ligação para aluseg.com.
Última atualização: julho de 2026 (dados até ao 1.º trimestre de 2026). Recortes por distrito, concelho ou tipologia disponíveis a pedido: hello@aluseg.com. Tabelas nacionais completas no Índice de Rendas Aluseg.
para contexto prático sobre arrendar e colocar um imóvel no mercado, consulte o guia do mercado de arrendamento no distrito de Lisboa.
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