Preço de arrendamento em Braga

Renda Mediana e Evolução (2026)

Renda mediana de um T2 em Braga: 762 € no 1.º trimestre de 2026 (+4,2% homólogo). O distrito registou a 2.ª maior subida do Continente em 2025 (+11,4%), com Amares, Fafe e Vila Verde entre os maiores aumentos do país — dados INE.

Índice de Rendas Aluseg · Dados: INE, 1.º trimestre de 2026 · Atualizado em julho de 2026

Em Braga, a renda mediana de um apartamento T2 é de 762 € no 1.º trimestre de 2026 — +4,2% em termos homólogos, com um recuo de -2,2% face ao trimestre anterior. O distrito de Braga registou a segunda maior subida anual do Continente em 2025 (+11,4%).

0

Renda mediana de um T2 · 1.º trimestre de 2026

+ %

Variação homóloga (vs. 2025-T1)

- %

Variação trimestral (vs. 2025-T4)

+ %

Subida anual do distrito de Coimbra (T2, 2024→2025)

O indicador é a renda mediana de novos contratos (não a média) — ver metodologia. Nível geográfico: concelho.

Preço atual em Braha

IndicadorValorPeríodo
Renda mediana de um T2 (concelho de Braga)762 €1.º trimestre de 2026
Variação homóloga+4,2%2026-T1 vs. 2025-T1
Variação trimestral-2,2%2026-T1 vs. 2025-T4
Posição entre os 24 concelhos urbanos20.º1.º trimestre de 2026
Variação anual do distrito de Braga+11,4%2025 vs. 2024

Evolução das rendas em Braga

Braga foi um dos 15 de 24 concelhos urbanos onde a renda recuou no trimestre (-2,2%), mantendo-se ainda +4,2% acima do nível homólogo — uma travagem clara face ao ritmo do distrito em 2025.

O contraste entre cidade e distrito é o traço mais marcante dos dados: o distrito de Braga subiu +11,4% em 2025 (T2, 2024→2025) — a segunda maior subida do Continente, atrás de Santarém (+14,0%) —, impulsionado pelos concelhos mais pequenos, enquanto o concelho de Braga cresce a um ritmo mais moderado (+4,2% homólogo).

Contexto: renda mediana de um T2 nos 24 concelhos urbanos (série trimestral INE). Pico no 4.º trimestre de 2025.
2025 T1
931 €
2025 T2
979 €
2025 T3
996 €
2025 T4
1.012 €
2026 T1
1.002 €

A série trimestral acima agrega os 24 concelhos urbanos — não apenas Braga.

Preços por tipologia (Portugal)

As medianas por tipologia estão disponíveis ao nível nacional (Portugal). Nesta edição do Índice não são publicadas medianas por tipologia ao nível de cada concelho.

TipologiaMediana 2024Mediana 2025Variação
T0408 €439 €+7,5%
T1623 €670 €+7,5%
T2683 €734 €+7,4%
T3824 €885 €+7,3%
T4+846 €909 €+7,4%

Como referência de posicionamento: o T2 em Braga (762 € no 1.º trimestre de 2026) fica próximo da mediana nacional anual de um T2 (734 € em 2025).

Onde é mais caro arrendar no distrito de Braga?

Quatro concelhos do distrito integram a série urbana trimestral do INE (valores por concelho, não por bairro), no 1.º trimestre de 2026:

# (24 urbanos)ConcelhoRenda T2 (2026-T1)HomólogaTrimestral
20Braga762 €+4,2%-2,2%
22Vila Nova de Famalicão618 €+7,2%-2,9%
23Barcelos608 €-1,9%-5,9%
24Guimarães587 €+9,3%-1,9%

Braga é o concelho mais caro do distrito entre os observados — mais 144 €/mês do que Vila Nova de Famalicão. Nota relevante: Barcelos é o único dos 24 concelhos urbanos do país com variação homóloga negativa (−1,9%), acumulando também a segunda maior descida trimestral (−5,9%).

Onde as rendas mais subiram no distrito de Braga

O distrito de Braga é o caso mais extremo de pressão nos concelhos pequenos: quatro dos 15 maiores aumentos anuais do país em 2025 aconteceram aqui.

ConcelhoRenda T2 (2025)Variação 2024→2025
Amares546 €+33,0%
Vieira do Minho507 €+21,0%
Fafe436 €+19,6%
Vila Verde535 €+19,4%

Amares (+33,0%) registou a segunda maior subida nacional, atrás apenas de Vouzela (+52,3%). Já na cidade, Guimarães subiu +9,3% em termos homólogos no 1.º trimestre de 2026 — mais do dobro de Braga no mesmo período.

Braga em comparação

Braga custa menos de metade de Lisboa num T2 (762 € vs. 1.617 €) e cerca de 36% menos do que o Porto (1.186 €) — 1.º trimestre de 2026.

Renda mediana de um T2 por concelho — 1.º trimestre de 2026 (variação homóloga). «Mediana urbana» = mediana dos 24 concelhos urbanos da série INE.
Lisboa
1.617 € · +8,9%
Porto
1.186 € · +6,6%
Coimbra
854 € · +6,9%
Braga
762 € · +4,2%
Mediana urbana
1.002 € · +7,7%
ConcelhoRenda T2 (2026-T1)HomólogaTrimestralPosição (24 urbanos)
Lisboa1.617 €+8,9%+5,2%1.º
Porto1.186 €+6,6%+0,3%6.º
Coimbra854 €+6,9%+0,4%17.º
Braga762 €+4,2%-2,2%20.º

O Porto custa cerca de 27% menos do que Lisboa num T2 (1.186 € vs. 1.617 €) e cerca de 18% acima da mediana urbana nacional (1.002 €).

Perguntas frequentes

Qual é o preço médio de arrendamento em Braga?

O Índice publica a renda mediana (mais robusta do que a média): no 1.º trimestre de 2026, a mediana de um T2 no concelho de Braga foi de 762 €.

Quanto aumentaram as rendas em Braga no último ano?

+4,2% em termos homólogos (1.º trimestre de 2026 vs. 2025-T1). No conjunto do distrito, a subida anual de 2025 foi de +11,4% — a segunda maior do Continente.

Braga é mais barata do que o Porto e Lisboa para arrendar?

Sim. Num T2, Braga (762 €) custa cerca de 36% menos do que o Porto (1.186 €) e menos de metade de Lisboa (1.617 €) — valores do 1.º trimestre de 2026.

Onde é que as rendas mais subiram no distrito de Braga?

Nos concelhos pequenos: Amares (+33,0%), Vieira do Minho (+21,0%), Fafe (+19,6%) e Vila Verde (+19,4%) ficaram entre os 15 maiores aumentos do país em 2025.

Como são calculados os dados do Índice de Rendas Aluseg?

A partir de 42 037 registos de rendas de habitação (fonte primária: INE), agregados em medianas por concelho, distrito e tipologia. Os valores referem-se a contratos novos. Ver a metodologia completa.

Com que frequência os preços são atualizados?

A cada novo trimestre da série INE. Esta edição (julho de 2026) inclui dados até ao 1.º trimestre de 2026.

Ferramentas Aluseg

Potencie o seu arrendamento com total segurança, escolha a sua ferramenta e comece já!

Metodologia

Índice de Rendas Aluseg agrega rendas medianas de habitação por concelho, distrito e tipologia, a partir de 42 037 registos. Fonte primária: INE — Instituto Nacional de Estatística (rendas de habitação, 2024 e 2025; série trimestral até ao 1.º trimestre de 2026). Os valores desta página referem-se à tipologia T2, a mais representativa do mercado de arrendamento, e reportam-se a contratos novos — não refletem as rendas dos contratos em vigor, cuja atualização anual está limitada ao coeficiente legal (2,24% em 2026).

O indicador é a mediana (o valor central: metade dos contratos fica abaixo, metade acima), mais robusta do que a média em mercados com valores extremos. A variação homóloga compara com o mesmo trimestre do ano anterior; a variação trimestral, com o trimestre imediatamente anterior. Os valores desta página referem-se ao concelho de Lisboa; os agregados regionais indicam sempre o nível geográfico (concelho ou distrito).

Frequência de atualização: a cada novo trimestre da série INE. Edição atual: dados até ao 1.º trimestre de 2026 (edição de julho de 2026). Metodologia completa e séries nacionais no Índice de Rendas Aluseg.

Dados para jornalistas

Os dados do Índice de Rendas Aluseg sobre as rendas em Lisboa são de utilização livre para fins editoriais, com citação e ligação.

Como citar: «Fonte: Índice de Rendas Aluseg (INE), 1.º trimestre de 2026.» — com ligação para aluseg.com.

Última atualização: julho de 2026 (dados até ao 1.º trimestre de 2026). Recortes por distrito, concelho ou tipologia disponíveis a pedido: hello@aluseg.com. Tabelas nacionais completas no Índice de Rendas Aluseg.

Explorar o Índice de Rendas

Dados nacionais:

Guia do mercado

para contexto prático sobre arrendar e colocar um imóvel no mercado, consulte o guia do mercado de arrendamento no distrito de Lisboa.

Outras cidades