Renda Mediana e Evolução (2026)
Renda mediana de um T2 em Lisboa: 1.617 € no 1.º trimestre de 2026, +8,9% em termos homólogos. Evolução, zonas mais caras e comparação com Porto, Braga e Coimbra — Índice de Rendas Aluseg (dados INE).
Índice de Rendas Aluseg · Dados: INE, 1.º trimestre de 2026 · Atualizado em julho de 2026
Em Lisboa, a renda mediana de um apartamento T2 é de 1.617 € no 1.º trimestre de 2026 — uma subida homóloga de +8,9% e de +5,2% face ao trimestre anterior. É o concelho mais caro do país para arrendar.
Renda mediana de um T2 · 1.º trimestre de 2026
Variação homóloga (vs. 2025-T1)
Variação trimestral (vs. 2025-T4)
Concelho mais caro entre os 24 urbanos da série INE
O indicador é a renda mediana de novos contratos (não a média) — ver metodologia. Nível geográfico: concelho.
| Indicador | Valor | Período |
|---|---|---|
| Renda mediana de um T2 (concelho de Lisboa) | 1.617 € | 1.º trimestre de 2026 |
| Variação homóloga | +8,9% | 2026-T1 vs. 2025-T1 |
| Variação trimestral | +5,2% | 2026-T1 vs. 2025-T4 |
| Renda mediana anual de um T2 | 1.491 € | Ano de 2025 |
| Variação anual | +3,0% | 2025 vs. 2024 |
| Posição entre os 24 concelhos urbanos | 1.º (mais caro) | 1.º trimestre de 2026 |
Lisboa é a exceção do mercado urbano no arranque de 2026: enquanto a renda mediana recuou em 15 de 24 concelhos urbanos face ao trimestre anterior, em Lisboa subiu +5,2% num único trimestre e ultrapassou os 1.600 € num T2.
O ritmo acelerou na viragem do ano: na série anual, a mediana de 2025 (1.491 €) tinha subido +3,0% face a 2024; no 1.º trimestre de 2026, a variação homóloga atinge +8,9%. No conjunto do distrito de Lisboa, a subida anual em 2025 foi de +6,5% (T2, 2024→2025).
A série trimestral acima agrega os 24 concelhos urbanos — não apenas Lisboa. Serve de referência para a tendência do mercado urbano.
As medianas por tipologia estão disponíveis ao nível nacional (Portugal). Nesta edição do Índice não são publicadas medianas por tipologia ao nível de cada concelho.
| Tipologia | Mediana 2024 | Mediana 2025 | Variação |
|---|---|---|---|
| T0 | 408 € | 439 € | +7,5% |
| T1 | 623 € | 670 € | +7,5% |
| T2 | 683 € | 734 € | +7,4% |
| T3 | 824 € | 885 € | +7,3% |
| T4+ | 846 € | 909 € | +7,4% |
Como referência de posicionamento: o T2 em Lisboa custa mais do dobro da mediana nacional de um T2 (1.617 € no 1.º trimestre de 2026 vs. 734 € na mediana anual de 2025).
Valores por concelho (não por bairro) na Área Metropolitana de Lisboa e concelhos vizinhos, ordenados pela renda mediana de um T2 no 1.º trimestre de 2026:
| # (24 urbanos) | Concelho | Renda T2 (2026-T1) | Homóloga | Trimestral |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Lisboa | 1.617 € | +8,9% | +5,2% |
| 2 | Cascais | 1.424 € | +3,9% | -5,1% |
| 3 | Oeiras | 1.370 € | +7,6% | +1,3% |
| 4 | Almada | 1.278 € | +18,3% | +2,1% |
| 7 | Odivelas | 1.163 € | +5,3% | -5,3% |
| 8 | Amadora | 1.136 € | +4,3% | -2,0% |
| 10 | Loures | 1.052 € | +9,2% | -7,0% |
| 11 | Seixal | 1.043 € | +3,9% | -1,9% |
| 12 | Vila Franca de Xira | 1.035 € | +11,2% | -1,3% |
| 13 | Sintra | 1.016 € | +5,3% | -3,9% |
| 14 | Setúbal | 1.007 € | +4,2% | -2,3% |
O padrão de 2026 é claro nos dados: o centro (Lisboa) continua a subir, enquanto grande parte da periferia recua no trimestre — Loures (−7,0%), Odivelas (−5,3%), Cascais (−5,1%) e Sintra (−3,9%) registam as descidas trimestrais mais fortes da região.
Em termos homólogos, as maiores subidas da região no 1.º trimestre de 2026 estão na margem sul e nos eixos periféricos: Almada (+18,3%), Vila Franca de Xira (+11,2%) e Loures (+9,2%) — todas acima da própria Lisboa (+8,9%).
Na série anual de 2025, a Azambuja foi o concelho do distrito de Lisboa com maior subida: +22,0%, para 709 € num T2 — 8.º maior aumento do país.
Para o concelho de Faro não é publicada renda mediana nesta edição — veja a análise ao nível do distrito em rendas no Algarve (distrito de Faro).
O Índice de Rendas Aluseg publica a renda mediana, mais robusta do que a média: no 1.º trimestre de 2026, a mediana de um T2 no concelho de Lisboa foi de 1.617 €. Mediana significa que metade dos novos contratos ficou abaixo deste valor e metade acima.
A renda mediana de um T2 em Lisboa subiu +8,9% em termos homólogos (1.º trimestre de 2026 face ao mesmo trimestre de 2025). Na série anual, a mediana de 2025 (1.491 €) subiu +3,0% face a 2024.
Sim. Entre os 24 concelhos urbanos da série trimestral INE, Lisboa tem a renda mediana T2 mais alta (1.617 €), à frente de Cascais (1.424 €) e Oeiras (1.370 €).
Esta edição do Índice não publica medianas por tipologia ao nível do concelho. A nível nacional, a renda mediana de um T1 foi de 670 € em 2025 (+7,5% face a 2024). Em Lisboa, os valores praticados situam-se acima das medianas nacionais, como mostra o T2.
A partir de 42 037 registos de rendas de habitação (fonte primária: INE), agregados em medianas por concelho, distrito e tipologia. Os valores referem-se a contratos novos. Ver a metodologia completa.
A cada novo trimestre da série INE. Esta edição (julho de 2026) inclui dados até ao 1.º trimestre de 2026.
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O Índice de Rendas Aluseg agrega rendas medianas de habitação por concelho, distrito e tipologia, a partir de 42 037 registos. Fonte primária: INE — Instituto Nacional de Estatística (rendas de habitação, 2024 e 2025; série trimestral até ao 1.º trimestre de 2026). Os valores desta página referem-se à tipologia T2, a mais representativa do mercado de arrendamento, e reportam-se a contratos novos — não refletem as rendas dos contratos em vigor, cuja atualização anual está limitada ao coeficiente legal (2,24% em 2026).
O indicador é a mediana (o valor central: metade dos contratos fica abaixo, metade acima), mais robusta do que a média em mercados com valores extremos. A variação homóloga compara com o mesmo trimestre do ano anterior; a variação trimestral, com o trimestre imediatamente anterior. Os valores desta página referem-se ao concelho de Lisboa; os agregados regionais indicam sempre o nível geográfico (concelho ou distrito).
Frequência de atualização: a cada novo trimestre da série INE. Edição atual: dados até ao 1.º trimestre de 2026 (edição de julho de 2026). Metodologia completa e séries nacionais no Índice de Rendas Aluseg.
Os dados do Índice de Rendas Aluseg sobre as rendas em Lisboa são de utilização livre para fins editoriais, com citação e ligação.
Como citar: «Fonte: Índice de Rendas Aluseg (INE), 1.º trimestre de 2026.» — com ligação para aluseg.com.
Última atualização: julho de 2026 (dados até ao 1.º trimestre de 2026). Recortes por distrito, concelho ou tipologia disponíveis a pedido: hello@aluseg.com. Tabelas nacionais completas no Índice de Rendas Aluseg.
para contexto prático sobre arrendar e colocar um imóvel no mercado, consulte o guia do mercado de arrendamento no distrito de Lisboa.
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