Renda Mediana e Evolução (2026)
Renda mediana de um T2 em Coimbra: 854 € no 1.º trimestre de 2026 (+6,9% homólogo). Posição entre os 24 concelhos urbanos, distrito a +10,2% em 2025 e comparação com Lisboa e Porto — Índice de Rendas Aluseg (INE).
Índice de Rendas Aluseg · Dados: INE, 1.º trimestre de 2026 · Atualizado em julho de 2026
No Porto, a renda mediana de um apartamento T2 é de 1.186 € no 1.º trimestre de 2026 — +6,6% em termos homólogos e praticamente estável (+0,3%) face ao trimestre anterior. É o 6.º concelho mais caro do país.
Renda mediana de um T2 · 1.º trimestre de 2026
Variação homóloga (vs. 2025-T1)
Variação trimestral (vs. 2025-T4)
Subida anual do distrito de Coimbra (T2, 2024→2025)
O indicador é a renda mediana de novos contratos (não a média) — ver metodologia. Nível geográfico: concelho.
| Indicador | Valor | Período |
|---|---|---|
| Renda mediana de um T2 (concelho de Coimbra) | 854 € | 1.º trimestre de 2026 |
| Variação homóloga | +6,9% | 2026-T1 vs. 2025-T1 |
| Variação trimestral | +0,4% | 2026-T1 vs. 2025-T4 |
| Posição entre os 24 concelhos urbanos | 17.º | 1.º trimestre de 2026 |
| Variação anual do distrito de Coimbra | +10,2% | 2025 vs. 2024 |
Coimbra entrou em 2026 em estabilização: +0,4% no trimestre, num momento em que a renda recuou em 15 de 24 concelhos urbanos. Em termos homólogos, a subida (+6,9%) fica ligeiramente abaixo da média urbana (+7,7%).
No conjunto do distrito, a subida anual de 2025 foi de +10,2% — a par de Guarda e Bragança, o terceiro valor mais alto do país, atrás de Santarém (+14,0%) e Açores (+12,5%). Soure, no distrito, subiu +21,0% (para 501 €), entrando nos 15 maiores aumentos nacionais.
A série trimestral acima agrega os 24 concelhos urbanos — não apenas Coimbra.
As medianas por tipologia estão disponíveis ao nível nacional (Portugal). Nesta edição do Índice não são publicadas medianas por tipologia ao nível de cada concelho.
| Tipologia | Mediana 2024 | Mediana 2025 | Variação |
|---|---|---|---|
| T0 | 408 € | 439 € | +7,5% |
| T1 | 623 € | 670 € | +7,5% |
| T2 | 683 € | 734 € | +7,4% |
| T3 | 824 € | 885 € | +7,3% |
| T4+ | 846 € | 909 € | +7,4% |
Como referência de posicionamento: o T2 em Coimbra (854 € no 1.º trimestre de 2026) situa-se entre a mediana nacional anual (734 € em 2025) e a mediana urbana (1.002 €).
Coimbra ocupa a 17.ª posição entre os 24 concelhos urbanos da série INE (valores por concelho, não por bairro) — os vizinhos diretos no ranking, no 1.º trimestre de 2026:
| # (24 urbanos) | Concelho | Renda T2 (2026-T1) | Homóloga | Trimestral |
|---|---|---|---|---|
| 15 | Vila Nova de Gaia | 902 € | +6,8% | -4,8% |
| 16 | Maia | 887 € | +12,5% | +1,9% |
| 17 | Coimbra | 854 € | +6,9% | +0,4% |
| 18 | Gondomar | 801 € | +13,0% | -3,0% |
| 19 | Leiria | 768 € | +7,1% | +7,5% |
| 20 | Braga | 762 € | +4,2% | -2,2% |
Coimbra é o único concelho do distrito presente na série urbana trimestral — custa menos 332 €/mês do que o Porto e fica 148 € abaixo da mediana urbana nacional (1.002 €).
Na série anual de 2025, Soure foi o destaque do distrito: +21,0%, para 501 € num T2 — o 11.º maior aumento do país. No conjunto, o distrito de Coimbra subiu +10,2%, claramente acima da média nacional (+7,4%).
Coimbra custa cerca de metade de Lisboa num T2 (854 € vs. 1.617 €) e cerca de 28% menos do que o Porto (1.186 €) — 1.º trimestre de 2026.
O Porto custa cerca de 27% menos do que Lisboa num T2 (1.186 € vs. 1.617 €) e cerca de 18% acima da mediana urbana nacional (1.002 €).
O Índice publica a renda mediana (mais robusta do que a média): no 1.º trimestre de 2026, a mediana de um T2 no concelho de Coimbra foi de 854 €.
+6,9% em termos homólogos (1.º trimestre de 2026 vs. 2025-T1). No conjunto do distrito, a subida anual de 2025 foi de +10,2%.
Sim. Num T2, Coimbra (854 €) custa cerca de 28% menos do que o Porto (1.186 €) e cerca de metade de Lisboa (1.617 €) — valores do 1.º trimestre de 2026.
Em 2025, o destaque foi Soure: +21,0%, para 501 € num T2 — entre os 15 maiores aumentos do país. O distrito subiu +10,2% no mesmo período.
A partir de 42 037 registos de rendas de habitação (fonte primária: INE), agregados em medianas por concelho, distrito e tipologia. Os valores referem-se a contratos novos. Ver a metodologia completa.
A cada novo trimestre da série INE. Esta edição (julho de 2026) inclui dados até ao 1.º trimestre de 2026.
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O Índice de Rendas Aluseg agrega rendas medianas de habitação por concelho, distrito e tipologia, a partir de 42 037 registos. Fonte primária: INE — Instituto Nacional de Estatística (rendas de habitação, 2024 e 2025; série trimestral até ao 1.º trimestre de 2026). Os valores desta página referem-se à tipologia T2, a mais representativa do mercado de arrendamento, e reportam-se a contratos novos — não refletem as rendas dos contratos em vigor, cuja atualização anual está limitada ao coeficiente legal (2,24% em 2026).
O indicador é a mediana (o valor central: metade dos contratos fica abaixo, metade acima), mais robusta do que a média em mercados com valores extremos. A variação homóloga compara com o mesmo trimestre do ano anterior; a variação trimestral, com o trimestre imediatamente anterior. Os valores desta página referem-se ao concelho de Lisboa; os agregados regionais indicam sempre o nível geográfico (concelho ou distrito).
Frequência de atualização: a cada novo trimestre da série INE. Edição atual: dados até ao 1.º trimestre de 2026 (edição de julho de 2026). Metodologia completa e séries nacionais no Índice de Rendas Aluseg.
Os dados do Índice de Rendas Aluseg sobre as rendas em Lisboa são de utilização livre para fins editoriais, com citação e ligação.
Como citar: «Fonte: Índice de Rendas Aluseg (INE), 1.º trimestre de 2026.» — com ligação para aluseg.com.
Última atualização: julho de 2026 (dados até ao 1.º trimestre de 2026). Recortes por distrito, concelho ou tipologia disponíveis a pedido: hello@aluseg.com. Tabelas nacionais completas no Índice de Rendas Aluseg.
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