O seguro de proteção de rendas (GLI) garante que continua a receber a renda mesmo quando um inquilino entra em incumprimento — e, geralmente, cobre os custos legais do despejo. Transforma um risco imprevisível numa despesa fixa.
O problema
Se possui um imóvel para arrendar em Portugal mas vive no estrangeiro, um inquilino em incumprimento é um pesadelo: não pode bater-lhe à porta, o processo legal é em português e a recuperação da posse do imóvel demora meses. Todos os meses, absorve o prejuízo à distância.
Escolher o inquilino certo à partida é a primeira linha de defesa — veja como escolher o inquilino ideal.
Como funciona o seguro de proteção de rendas
- Avaliação do inquilino em primeiro lugar — as seguradoras exigem uma verificação de solvabilidade antes da cobertura.
- Pagamento garantido — a seguradora cobre as rendas em falta dentro dos limites da apólice.
- Cobertura legal — muitas apólices financiam o próprio processo de despejo.
- Conheça os limites — os limites de cobertura e os períodos de carência variam.
Quantificar o risco
A ferramenta de solvabilidade da AluSeg modela a sua exposição líquida de forma realista — cerca de 6 meses de despejo mais ~1.500€ em despesas legais, menos as garantias cobradas. Aos preços de mercado, um incumprimento prolongado custa habitualmente entre 5.400€ e 10.800€, podendo ser superior em rendas altas de Lisboa ou do Porto. O prémio anual é uma pequena fração desse valor.
Perguntas frequentes
Vale a pena ter seguro de rendas para um único imóvel?
Se um incumprimento prolongado prejudicar significativamente as suas finanças — como é o caso da maioria dos senhorios com um só imóvel — o prémio normalmente compensa o custo ao evitar um único incidente.


