Lisboa lidera o mercado de arrendamento nacional com uma procura que supera consistentemente a oferta disponível. O arrendamento de apartamentos na capital atingiu novos máximos em 2024, impulsionado pela concentração de empresas tecnológicas e multinacionais entre o Parque das Nações e Alcântara. Para proprietários, Lisboa representa os rendimentos mais elevados do país; para inquilinos, exige preparação e rapidez de decisão.
Os apartamentos dominam o parque habitacional de Lisboa, representando mais de 85% da oferta residencial. A procura concentra-se em T1 e T2, com os bairros históricos como Mouraria, Beato e Arroios a registar maior valorização recente. O programa Mais Habitação libertou algum stock do alojamento local para o mercado residencial, mas sem impacto significativo nos preços medianos.
Mínimo
950 €
Mediana
1350 €
Máximo
2100 €
Preço por m²
16.5 €
Índice de procura
Muito Alto
Evolução homóloga
9.0%
548.703 habitantes (Censos 2021), maior cidade de Portugal
42% dos agregados familiares lisboetas vivem em habitação arrendada
Stock disponível 30% abaixo da procura; tempo médio de disponibilidade inferior a 7 dias
Parque das Nações, Príncipe Real, Campo de Ourique, Beato, Alcântara, Arroios
32 minutos de deslocação média casa-trabalho (metro e autocarro)
Profissionais tech, expatriados, nómadas digitais e famílias de classe média-alta
Registe o contrato nas Finanças (AT) nos primeiros 30 dias; emita recibos de renda mensais; mantenha certificado energético válido (obrigatório para anunciar).
Prepare 2-3 meses de depósito; obtenha NIF antes de assinar contrato; verifique o registo predial antes de pagar qualquer valor.
O preço mediano de arrendamento de um apartamento em Lisboa é de €1.350/mês em 2026. Os valores variam entre €950/mês (zonas periféricas) e €2.100/mês ou mais (bairros centrais premium).
Os bairros com preços mais acessíveis em Lisboa incluem Benfica, Campolide, Penha de França e Olivais (€900-€1.100/mês). Loures e Odivelas, limítrofes com metro, oferecem preços ainda mais reduzidos.
Sim, o proprietário tem obrigação legal de registar o contrato no Portal das Finanças (AT) nos primeiros 30 dias. O não cumprimento implica coimas entre €150 e €3.750 e impede a dedução das rendas no IRS.
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